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Consultoria Ambiental e Rural em Santa Catarina

Em Santa Catarina, o licenciamento ambiental estadual é conduzido pelo IMA (Instituto do Meio Ambiente), com processos tramitando pelo SinFAT. O estado tem a maior concentração de suinocultura do país no Oeste, o que faz do manejo de dejetos o tema dominante do licenciamento rural catarinense. A Acreforte atende a região com levantamento em campo e condução completa dos processos.

Órgão licenciador
IMAInstituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
Sistema
SinFAT (sistema de licenciamento do IMA)
Bioma
Mata Atlântica em 100% do território estadual

O IMA sucedeu a FATMA em 2019 e é o órgão ambiental estadual. Boa parte do licenciamento de atividades de menor porte, porém, é municipal: Santa Catarina foi um dos estados que mais avançaram na descentralização, e a lista de atividades licenciáveis com a respectiva competência é definida por resolução do CONSEMA, periodicamente atualizada.

Particularidades

O que muda o processo em Santa Catarina

01

Capital da suinocultura

O Oeste catarinense concentra a maior densidade de suínos do Brasil. Licenciamento, capacidade de armazenamento e plano de distribuição de dejetos são o centro de praticamente todo processo rural na região.

02

Licenciamento municipalizado

Muita atividade rural não é licenciada pelo IMA, e sim pela secretaria ou fundação ambiental do município. Protocolar no órgão errado custa meses. Confirmar a competência é sempre a primeira etapa.

03

Relevo acidentado

Grande parte das propriedades tem áreas de declividade acentuada, que configuram APP ou área de uso restrito. Isso reduz a área efetivamente utilizável e precisa entrar corretamente no CAR. É uma das divergências mais comuns na análise.

04

Mata Atlântica integral

Todo o estado está sob o regime da Lei 11.428/2006, sem exceção territorial. A caracterização do estágio de regeneração da vegetação define o que é possível fazer em qualquer área com mata.

Onde protocolar: Estado ou Município?

Santa Catarina avançou bastante na municipalização do licenciamento. A resolução do CONSEMA que lista as atividades licenciáveis define, para cada uma, o porte e o ente competente, e ela é revisada periodicamente, o que significa que a resposta de três anos atrás pode não valer hoje.

Na prática, atividades de menor porte tendem a ficar com o município, e as de maior porte ou com impacto regional permanecem no IMA. Mas há exceções por tipo de atividade, e nem todo município assumiu a competência que poderia. A verificação é caso a caso, e é rápida: leva menos tempo do que descobrir o erro na análise.

Dejetos de suinocultura: O que o processo cobra?

Com a densidade de animais do Oeste catarinense, a capacidade de suporte do solo é uma restrição real, não formal. O licenciamento exige demonstrar que existe área agrícola suficiente para receber o dejeto produzido, respeitando taxa de aplicação, distância de cursos d'água e de residências.

Quando a propriedade não tem área própria suficiente, o caminho é o contrato de cessão de área com propriedades vizinhas, documento que precisa estar formalizado e atualizado, porque é conferido na vistoria. Contrato vencido é pendência.

Compostagem, biodigestão e separação de fases são alternativas que reduzem volume e melhoram o manejo, e algumas viabilizam geração de energia. Fazem sentido em determinadas escalas e não em outras. É uma conta que vale fazer antes de investir.

Declividade, APP e o CAR catarinense

O relevo do estado cria uma situação frequente: a área utilizável da propriedade é sensivelmente menor que a área total da matrícula, por conta de encostas com declividade acentuada e de topos de morro que configuram APP ou área de uso restrito.

Quando o CAR é desenhado por cima de uma imagem, sem base topográfica, essas áreas acabam declaradas como uso consolidado. A divergência aparece na análise do órgão, geralmente no momento em que o produtor precisa do cadastro regular para conseguir crédito. Fazer a delimitação com base em modelo de terreno resolve o problema antes que ele apareça.

Cobertura

Regiões que atendemos

Atendemos Santa Catarina inteiro. Estas são as regiões com deslocamento de equipe mais imediato a partir da nossa base.

  • Chapecó
  • São Lourenço do Oeste
  • Xanxerê
  • Concórdia
  • Maravilha
  • São Miguel do Oeste
  • Joaçaba
  • Campos Novos
  • Curitibanos
  • Lages

Tem uma propriedade em Santa Catarina?

Conte a situação e dizemos qual é o caminho junto ao IMA, sem compromisso.

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Dúvidas frequentes

Perguntas de quem produz em Santa Catarina

Qual órgão licencia em Santa Catarina?

O IMA, Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina, no âmbito estadual, com processos no SinFAT. Boa parte das atividades rurais de menor porte é licenciada pelo próprio município, conforme a resolução do CONSEMA em vigor.

Quanta área preciso para licenciar uma granja de suínos?

Não existe número fixo: depende do número de animais, da fase de criação, do sistema de manejo e da capacidade de suporte do solo das áreas de distribuição. O cálculo é feito a partir do volume de dejeto produzido e da taxa de aplicação admitida, e quando a área própria não é suficiente, contratos de cessão com vizinhos completam a demanda.

Área de encosta conta como área produtiva no CAR?

Depende da declividade e da situação anterior a julho de 2008. Encostas acima do limite legal configuram APP ou área de uso restrito, com regras próprias de uso. Declarar essas áreas como uso consolidado sem base topográfica é uma das causas mais comuns de pendência na análise do CAR em Santa Catarina.

Vocês atendem o Oeste catarinense?

Sim, com equipe em campo. Nossa base operacional fica no Oeste de Santa Catarina, e atendemos presencialmente o Oeste e o Meio-Oeste do estado.

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